quinta-feira, 30 de setembro de 2010

História e Origem dos Meios de Comunicação - FETEC 2010

Seja bem-vindo!
Este blog foi criado por nós, estudantes do 7º ano do Colégio Integral de Bragança Paulista. Nossa turma é formada pelos alunos: Ana Paula, Beatriz, Daniel, Felipe, Giovanna, Guilherme, Jean, João Gabriel, Juliana, Krístel, Luís Felipe, Maria Thereza, Milena, Matheus, Rafael, Sérgio, Vitória Marinelli e Vitória Venturini. Para a realização deste trabalho, fomos orientados pelos Professores Pedro (História), Fabiana (Língua Portuguesa), Simone (Ciências) e Carol (monitora).
No dia 2 de outubro de 2010 será realizada em nosso Colégio a 3ª FETEC - Feira de Tecnologia, cujo tema é Comunicação. Essa feira é anual e construída pelos alunos em conjunto com professores, monitores e a direção da escola, com objetivo de apresentar eventos e/ou produtos tecnológicos.
Esse blog, especificamente, trata do assunto "A Origem dos Meios de Comunicação". Fique à vontade e desfrute de nosso trabalho!
"Quanto mais comunicamos o bem, mais abundante ele se torna"
John Milton.

A Origem da Internet

A origem da Internet está explicada em vídeo postado no endereço:


A pesquisa foi realizada pelos alunos Jean e João Gabriel

A Origem do Jornal

Jornal é um meio de comunicação impresso, geralmente um produto derivado do conjunto de atividades denominado jornalismo. As características principais de um jornal são: o uso de "papel de imprensa" - mais barato e de menor qualidade que os utilizados por outros materiais impressos; a linguagem própria - dentro daquilo que se entende por linguagem jornalística; e é um meio de comunicação de massas - um bem cultural que é consumido pelas massas. Os jornais têm conteúdo genérico, pois publicam notícias e opiniões que abrangem os mais diversos interesses sociais. No entanto, há também jornais com conteúdo especializado em economia, negócios ou desporto, entre outros. A periodicidade mais comum dos jornais é a diária, mas existem também aqueles com periodicidade semanal, quinzenal e mensal. O jornal foi o primeiro - e, por muito tempo, o principal - espaço de atividade profissional do jornalismo. Os jornais contemporâneos normalmente são impressos em um tipo específico de papel espesso e áspero - o papel-jornal ou "papel de imprensa", (newsprint em inglês), um papel reciclado, obtido de pedaços de madeira não aproveitados na fabricação de móveis e fibras recicladas, cortado em folhas de tamanhos padronizados.
Nos jornais, as editorias podem ser organizadas em Cadernos e Suplementos, que são fascículos de encadernação separada incluídos no conjunto publicado e de periodicidade predeterminada (geralmente semanal).
O conteúdo editorial dos jornais costuma ser dividido em diferentes cadernos temáticos, apresentando um ou vários destes assuntos:
·         Notícias nacionais
·         Notícias internacionais
·         Notícias locais e regionais
·         Economia
·         Esporte
·         Ciência & Tecnologia
·         Cultura (Cinema, Música, Teatro, Televisão)
·         Turismo
·         Informática
·         Automobilismo
·         Moda
Os jornais diários, além da divisão em editorias e cadernos temáticos mencionada acima, apresentam ainda outras seções de conteúdo jornalístico no âmbito da opinião, das informações institucionais e da utilidade pública. Elas costumam estar distribuídas pelos cadernos ou páginas especiais.
·     Editorial - artigos que expressam a opinião institucional e apócrifa (sem assinatura individual) do jornal.
·    Expediente - listagem da equipe da redação (pelo menos a direção, as chefias e as editorias), dados de tiragem e circulação, mais endereços e telefones para contato, assinaturas, números atrasados etc.
·    Cartas dos leitores - cartas selecionadas pela redação (ou pelo Ombudsman), comentando temas abordados ou sugerindo pautas para novas matérias.
·    Obituário - falecimentos, geralmente agrupados junto aos anúncios fúnebres.
·    Coluna Social - notas e fotos de personalidades em festas e eventos sociais.
·    Tempo e Clima - previsões meteorológicas
·    Horóscopo - previsões astrológicas
·    Efemérides e curiosidades - fatos históricos na data corrente e informações de almanaque e cultura geral.
·    Charge ou Cartoon.
·    Quadrinhos ou Banda desenhada - geralmente publicados em tiras de três ou quatro quadros.
·    Palavras-cruzadas, Caça-palavras e atualmente Sudoku.
·    Classificados, Imóveis e Empregos - anúncios pequenos, geralmente pagos por indivíduos.
·    Esportes
Uma empresa jornalística típica costuma apresentar a seguinte hierarquia:
·    Proprietário.
·    Diretor-Executivo ou Diretor Administrativo.
·    Diretor Comercial.
·    Diretor de Circulação.
·    Diretor de Jornalismo ou Diretor de Redação.
·    Editor-Chefe.
·    Editores.
·    Editor de Fotografia.
·    Chefe de Reportagem.
·    Repórteres.
·    Redatores.
·    Revisores.
·    Diagramadores.
·    Ilustradores.
·    Fotógrafos.
·    Correspondentes.
·    Secretário de Redação.

Pesquisa realizada por Giovanna Luísa.

A Origem do Telefone

O telefone é constituído essencialmente por um microfone, um auscultador e uma unidade de marcação de dígitos. O microfone transforma as ondas sonoras em sinais eletrônicos que são transmitidos para a rede telefônica. O auscultador realiza a operação inversa. O estabelecimento de uma chamada dá-se após a fade de sinalização, durante a qual existe um conjunto de procedimentos que permite estabelecer a ligação entre dois telefones.

HISTÓRIA DO TELEFONE

O telefone foi inventado por Alexandre Graham Bell, e funcionou pela  primeira vez em 1876. Bell tinha a intenção de aperfeiçoar seu “telégrafo harmônico”. Depois de muitas tentativas, em 1876, o sonho de Bell se tornou possível. Através de um aparelho, entre um cômodo e outro, Watson ouviu Bell dizendo: “Sr. Watson, preciso do senhor, venha.” Nascia, assim, o telefone. A nova invenção foi apresentada na Exposição do centenário de Filadélfia. Desde então foram grandes e impactantes os avanços da telefonia.

O Museu do Telefone de Bragança Paulista 
Inaugurado em 28/10/1976 no centenário da invenção do telefone, o primeiro Museu do Telefone do Brasil.Instalado no antigo prédio sede da CRTB “Companhia Rede Telephonica Bragantina”, inaugurado em 02/03/1908. A planta do prédio foi levantada pelo arquiteto Sr. Henrique Mondelli, que também dirigiu o serviço de cimento armado, o primeiro feito em Bragança. O Museu do Telefone procura resgatar um dos aspectos da vida material do passado que é o telefone e objetos a ele relacionados. Podem ser vistas réplicas dos primeiros aparelhos de Graham Bell, e com isto entender o que significou o final do século XIX no afã das grandes invenções.
Através do conjunto de equipamentos, telefones, centrais, etc., é possível analisar os diferentes aspectos da vida humana durante este século e meio em que convivemos. O uso de dispositivos que aprimoraram as comunicações:transmissores, receptores, monofones, magnetos, discos, fax, telex; a matéria prima de acordo com o mais moderno de cada época: madeira, ferro, baquelite, plástico ABS. É  isto o que pretende o Museu do Telefone, manter viva a cultura material, pois os homens, em todos os tempos, mantêm entre si, relações afetivas, produtivas, políticas e psicológicas que desaparecem por completo quando eles morrem, delas sobram apenas “sinais” que ficam eternizados num mundo que não morre com eles, o mundo material. Nos objetos deixados pelos homens do passado, nas suas formas, cores e tamanhos, estão registrados os sinais das relações que seus produtores, tinham consigo mesmo e com a sociedade em que viveram. Estão registrados os sinais de nossa História.

Alexander Graham Bell
Alexander Graham Bell nasceu no dia 3 de março de 1847, em Edimburgo, na Escócia. Era o segundo dos três filhos do casal Alexander Melville Bell e Eliza Grace Symonds. Sua família tinha tradição e renome como especialista na correção da fala e no treinamento de portadores de deficiência auditiva.
Abandonou o ofício de sapateiro e seguiu o caminho do teatro, porém, alguns anos no palco foram suficientes para que descobrisse outra profissão; tornou-se professor de elocução e dava conferências dramáticas sobre Shakespeare, desenvolvendo boa prática no tratamento dos defeitos da fala, especializando-se em foniatria .
O pai, Alexander Melville Bell, passou a se interessar, não só pelo som das palavras, como também pelas causas desse som. Estudou anatomia - laringe, cordas vocais, boca, etc criando o que chamava de " fala visível ". É autor do livro "Dicção ou Elocução Padrão".
Bell, seu pai e seu avô tinham o mesmo prenome - Alexander. Até os 11 anos, se chamava simplesmente Alexander Bell, até que um dia na escola, a professora sugeriu que adotasse mais um nome para diferenciar-se do avô. Depois de consultar os familiares, optou por Graham, em homenagem a um grande amigo de seu pai.
Aos 14 anos, ele e seus irmãos construíram uma curiosa reprodução do aparelho fonador . Numa caveira montaram um tubo com "cordas vocálicas", palato, língua, dentes e lábios, e com um fole , sopravam a traquéia, fazendo a caveira balbuciar "ma-ma", imitando uma criança chorona.
Alexander Graham Bell cresceu assim, em um ambiente rico de estudo da voz e dos sons, o que certamente influenciou no seu interesse nesse campo, além de ter a mãe que, muito jovem, ficou surda.
Estudou na Universidade de Edimburgo, onde começou a fazer experimentos sobre pronúncia . Certo dia, um amigo de seu pai falou sobre a obra de um certo cientista alemão chamado Hermann von Helmholtz , que havia investigado a natureza física dos sons e da voz. Excitado com a novidade, apressou-se em conseguir uma cópia do livro. Só havia um problema: o livro estava escrito em alemão, língua que não entendia. Além disso, trazia muitas equações e conceitos de física, inclusive relativos à eletricidade, área que tampouco dominava.
Apesar de todas as dificuldades, Bell teve a impressão de que (por meio de alguns desenhos do livro), Helmholtz tinha conseguido enviar sons articulados , como vogais, através de fios utilizando eletricidade. Na verdade, o que Helmholtz estava tentando fazer era sintetizar sons parecidos com a voz, utilizando aparelhos e não transmití-los à distância. Ao contrário do que vocês podem estar pensando, foi exatamente esse engano que fez com que Bell começasse a pensar sobre os modos de enviar a voz à distância por meios elétricos.
Em 1868, em Londres, tornou-se assistente do pai, assumindo seu cargo em tempo integral quando este tinha de viajar aos Estados Unidos para dar cursos.
Nessa época, seus dois irmãos, o mais velho e o caçula, com intervalo de um ano, morreram de tuberculose . As dificuldades econômicas aumentaram e a ameaça da doença, também encontrada em Bell, levou o pai a abandonar a carreira em Londres, em seu melhor momento e, em agosto de 1870, mudar-se com a família para o Canadá.
Alexander Graham Bell morreu em sua casa de Baddeck, no Canadá, no dia 2 de agosto de 1922, aos 75 anos.
Muitos conhecem Bell como o inventor do telefone, muito embora hoje já se reconheça que o verdadeiro inventor foi o italiano Antonio Meucci , mas poucos sabem de seus outros feitos.

Pesquisa realizada por Milena e Rafael

A Origem da Televisão

A Televisão (do grego tele - distante e do latim visione - visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho - o televisor - que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão. O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som.

AS PRIMEIRAS TRANSMISSÕES
As transmissões por ondas eletromagnéticas, ou seja, por ondas de rádio, as quais chamamos de radiotransmissão, possibilitaram, primeiramente, as transmissões de voz, posteriormente de imagens e nos dias de hoje as transmissões de dados. Em 1893, no Brasil, ocorre a primeira radiotransmissão da qual se tem notícia.
O padre gaúcho Roberto Landell de Moura realiza, na cidade de São Paulo, do alto da Avenida Paulista para o alto do Bairro de Santana, as primeiras transmissões sem fio, com aparelhos de sua invenção, numa distância aproximada de oito quilômetros, em linha reta, entre o aparelho transmissor e o receptor. Esse acontecimento foi presenciado, inclusive, pelo então Cônsul Britânico em São Paulo, Sr. Lupton. Somente um ano depois, Marconi inicia as suas experiências de radiotransmissão.
A idéia de trabalhar com imagens está ligada a história da civilização. Já nos tempos primitivos, o homem deixava suas impressões em forma de desenhos para que gerações posteriores pudessem aprender ou os reverenciar. Ainda hoje, é através deles que conseguimos criar teorias sobre como era a vida naquela época. Claro que as civilizações primitivas trabalhavam em seus desenhos, representando uma realidade que incluía muita emoção, como por exemplo: caçadas a animais gigantes como forma de representar a bravura do próprio. Com o desenvolvimento das técnicas, a pintura passou a reproduzir quase em tom fiel as imagens de sua época, mas não perdeu a dose de emoção; como, fazer com que os reis fossem mais majestosos do que eram, assim como rainhas, princesas e mulheres serem mais bonitas.

INÍCIO DAS TRANSMISSÕES EM CORES
As transmissões regulares em cores, nos Estados Unidos, começaram em 1954. Mas já em 1929, Hebert Eugene Ives realizou, em Nova Iorque, as primeiras imagens coloridas com 50 linhas de definição por fio. Peter Goldmark aperfeiçoou o invento mecânico fazendo demonstrações com 343 linhas, em 1940.
Vários sistemas foram criados, mas todos iam de encontro a uma forte barreira: se um sistema novo surgisse, o que fazer com os aparelhos antigos preto e branco que já eram cerca de 10 milhões no início dos anos 50?
Criou-se nos Estados Unidos um comitê especial para, no sentido literal, colocar cor no sistema preto e branco. Esse comitê recebeu o nome de National Television System Committee (também encontrado como National Television Standards Committee), cujas iniciais serviriam para dar nome ao novo sistema, NTSC. O sistema desenvolvido baseava-se em utilizar o padrão preto e branco que trabalhava com níveis de luminância (Y) e acrescentaram a crominância (C), ou seja a cor. O princípio de captar e receber as imagens em cores está na decomposição da luz branca em três cores primárias que são vermelho (R de red), o verde (G de green) e o azul (B de blue). Numa proporção de níveis de 30% de R, 59% de G e 11% de B.

A HISTÓRIA DA TELEVISÃO
A televisão brasileira passou por teste e pré-estréias antes da fundação da TV Tupi, a primeira transmissão ocorreu no saguão dos “Diários Associados”, onde alguns aparelhos de TV transmitiram a apresentação do cantor Frei José Mojica, do México. Dois meses antes da inauguração da TV Tupi, aconteceu a transmissão de um show, o “Vídeo Educativo”, no auditório da Faculdade de Medicina de São Paulo.
Depois de testes de transmissão, no dia 18 de setembro de 1950, a TV Tupi era inaugurada sob a razão social “Rádio e Televisão Difusora”, em estúdios na rua 7 de abril, centro paulista. A TV Tupi iniciou o seu trabalho de transmissão utilizando equipamentos RCA.
Duzentos aparelhos de TV foram importados e distribuídos por Chateaubriand pela cidade, uma maneira de atrair o interesse do público, cuja grande maioria ainda não possuía aparelhos em casa. As transmissões ocorriam das 18 hrs às 23 hrs e grande parte dos profissionais que iniciaram a produção de TV no Brasil foram provenientes do rádio, jornal e teatro; nos EUA, por exemplo, as empresas de televisão abarcaram os profissionais do cinema.
O primeiro programa a ir ao ar é “TV na Taba”, com Hebe Camargo, Ivon Cury e outros artistas. O primeiro telejornal, “Imagens do Dia”, entrou no ar no dia 19 de setembro, cujas matérias ram feitas com câmeras de cinema. As primeiras empresas que compraram espaço publicitário, apesar do inicial e incipiente mercado televisivo brasileiro, foram Sul América Seguros, Antártica, Moinho Santista e Prata Wolf.
se pode dizer precisamente quem inventou a televisão, pois vários cientistas contribuíram de uma forma ou de outra para a invenção. Na década de 20, a grande busca dos cientistas era tentar agrupar e transmitir as ondas sonoras, que já haviam conseguido, com a invenção do rádio; com a imagem em movimento. Em 1926, o escocês John Logie Baird tentou fazer isso, conseguindo apenas uma imagem muito ruim de uma cabeça humana. De fato, a primeira televisão da história surgiu em janeiro de 1928, em Nova York, por meio do sueco Ernst F. W. Alexanderson, engenheiro da General Eletric.
Essa primeira transmissão aconteceu para apenas três casas. Após alguns meses, com o aumento da experiência da GE com o sistema, os elementos básicos de uma televisão foram implantados.

Reportagem realizada por Guilherme e Daniel

A Origem do Telefone Celular

Telefone celular ou telemóvel é um aparelho de comunicação que emite ondas eletromagnéticas que permite a transmissão bidirecional de voz e dados utilizáveis em uma área geográfica que se encontra dividida em células cada uma delas servida por um transmissor. A invenção do telefone celular ocorreu em 1947 pelo laboratório Bell, nos EUA.
Alguns anos atrás quase nenhuma pessoa  possuía um modelo de celular, sendo que naquela época os modelos eram bem grandes, e disponibilizavam apenas das coisas simples.
Mas isso hoje está mudando, cada vez mais a tecnologia vem avançando e com isso muitos produtos melhoraram a estatística, e isso é o que vem acontecendo com o aparelho celular, que já é uma moda, sendo que até crianças já possuem um aparelho.
Existem muitos modelos, marcas, funções, características entre muitas outras características e funções, sendo que uma das mais modernas lançadas foi a TV digital, que as pessoas poderão assistir a TV pelo celular!

Reportagem realizada por Krístel e Vitória Venturi

A Origem do Rádio

O rádio foi desenvolvido pelo italiano Guglielmo Marconi, no fim do século XIX. A corte Americana concedeu a Nikola Tesla o mérito de criação do radio. Tudo começou no ano de 1863 quando, em Cambridge - Inglaterra, James Clerck Maxwell demonstrou teoricamente a provável existência das ondas eletromagnéticas. James era professor de física experimental e apartir desta revelação outros pesquisadores se interessaram pelo assunto. O alemão Henrich Rudolph Hertz (1857-1894) foi um deles.
O princípio da propagação radiofônica veio mesmo em 1887, através de Hertz. Fez saltar faíscas através do ar que separavam duas bolas de cobre. Por causa disso os antigos "quilociclos" passaram a ser chamados "ondas hertzianas" ou "quilohertz".
Até então a rádio era exclusivamente "telegrafia sem fio", algo já bastante útil e inovador para a época, tanto que outros cientistas e professores se dedicaram a melhorar o seu funcionamento como tal. Oliver Lodge (Inglaterra) e Ernest Branly (França), por exemplo, inventaram o "coesor", um dispositivo que melhorava a detecção. Não se imaginava, até então, a possibilidade da rádio transmitir mensagens faladas, através do espaço.
A partir de 1919 começa a chamada "Era da rádio". O microfone surge através da ampliação dos recursos do bocal do telefone, conseguidos em 1920, nos Estados Unidos, por engenheiros da Westinghouse. Foi a própria Westinghouse que fez nascer, por acaso, a radiodifusão. Fabricava aparelhos de rádio para as tropas da Primeira Guerra Mundial e com o fim do conflito ficou com uma grande quantidade de aparelhos. 


Alguns fatos históricos:

 Em 1831 Michael Faraday (1791-1867) descobre o princípio da indução eletromagnética, o que dá condições para que, em 1895 Guglielmo Marconi (1874 – 1937) construísse os primeiros equipamentos de transmissão e recepção, conseguindo enviar sinais a algumas centenas de metros.

 Em 1904, John Ambrose Flemming (1849 – 1945) inventa a válvula de dois elementos (diodo) e Ladell Moura obtém, nos Estados Unidos, as patentes do transmissor de ondas, telefone sem fio e telégrafo sem fio.

 Em 1906, Ernst Alexanderson (1876 – 1975) desenvolve o “alternador de alta freqüência”, dispositivos eletromagnético que transforma corrente contínua em corrente alternada, o que permite gerar ondas de radiofreqüência, que dão origens às rádios.

 Em 1922 é realizada a primeira transmissão oficial de radiodifusão, por ocasião do centenário da Independência no Brasil. A exemplo do jornal, que nasce sobre a dominação do poder político (Coroa Portuguesa), um discurso do então presidente Epitácio Pessoa é levado ao ar através de um transmissor instado no Corcovado (Rio de Janeiro) pela Westinghouse Eletric Co.

 Em 1923, no dia 20 de abril é fundada a primeira emissora brasileira de rádio: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, por Edgar Rouette Pinto e Henrique Moritze.

Pesquisa realizada por Beatriz e Maria Thereza.